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Promoção do Desempenho Ambiental das Empresas do Sector Eléctrico

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ERSE
 

 


A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos informa que o local onde decorrerá o Seminário “Promoção do Desempenho Ambiental das Empresas do Sector Eléctrico” foi alterado para o Centro Cultural de Belém.
 
Data e hora: 14 de Julho de 2009, 14H30
Local: Centro Cultural de Belém (sala Sophia de Mello Breyner), Praça do Império, Lisboa
Inscrições: até ao próximo dia 10 de Julho, limitadas à capacidade da sala.
 
No Seminário serão divulgados os Planos de Promoção do Desempenho Ambiental (PPDA) do sector eléctrico aprovados para o período 2009-2011. As comunicações serão realizadas pelas quatro empresas com PPDA aprovados (EDA, EDP Distribuição, EEM e REN), pelo Painel de Avaliação dos PPDA, por um especialista na área da paisagem e pela ERSE.
 
Os Planos de Promoção do Desempenho Ambiental são instrumentos de regulação que se destinam a promover a melhoria do desempenho ambiental das empresas reguladas dos sectores eléctrico e do gás natural. Para o sector eléctrico, foram aprovadas 32 medidas a realizar no período 2009-2011, num montante global de cerca de 29 milhões de euros, nas seguintes áreas: gestão ambiental, avaliação de impacte ambiental, gestão de corredores de linhas, integração paisagística, campos electromagnéticos e mobilidade.
 
Mais informações: Portal da ERSE em Seminário PPDA
 
 

Instalação Eléctrica

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Instalação Eléctrica (Principio Básico)

 

Uma instalação eléctrica é um sistema físico, constituído por uma combinação de circuitos, com origem num quadro eléctrico de distribuição, com vista à satisfação das necessidades de utilização da energia eléctrica num dado local (habitação, escritórios, lojas, etc.).

Um circuito é uma parte da instalação constituído por aparelhos de utilização, aparelhos de comando, aparelhos de protecção e fios condutores que os interligam. Assim, um circuito de iluminação compreende: aparelho de protecção (disjuntor), aparelhos de comando (interruptores, comutadores de lustre, etc.), aparelhos de iluminação (apliques, lustres, armaduras de iluminação fluorescente, etc.) e fios condutores.

As instalações eléctricas são concebidas e realizadas, tendo em conta o Regulamento de Segurança das Instalações de Utilização de Energia Eléctrica, normas do sector e prescrições técnicas dos fabricantes de material eléctrico.

Nestes locais, as instalações são alimentadas em baixa tensão (corrente alternada com frequência de 50Hz):

  • 230 V para instalações monofásicas;

  • 230/400 V para as instalações trifásicas;

  • podemos encontrar ainda alimentações a tensão reduzida (< 50 V) - 12 V ou 24 V nas instalações de sinalização ou comando.

 

Protecção das Pessoas e das Instalações Eléctricas

A utilização da energia eléctrica envolve riscos diversos na sua utilização, por isso devem as instalações eléctricas ser concebidas e montadas de forma a minimizá-los.

 

Contactos directos e indirectos

Estamos na presença de um contacto directo, quando um indivíduo, por qualquer razão, toca numa parte activa de um circuito que esteja sob tensão, isto é, toca num elemento condutor de um circuito.

Esta situação ocorre quando, por exemplo: uma pessoa trabalha num circuito e este é colocado sob tensão; uma criança introduz um objecto metálico numa tomada de corrente; ou um indivíduo ao abrir um furo numa parede com um berbequim eléctrico atinge a canalização eléctrica.

Um contacto indirecto é fruto de defeitos de isolamento que, por vezes, aparecem nos aparelhos e equipamentos eléctricos, devido ao uso e envelhecimento. Dá-se quando uma pessoa toca um invólucro metálico de uma máquina eléctrica que acidentalmente fique sob tensão por anomalia do isolamento.

Protecção diferencial

 

Função dos dispositivos diferenciais

Os dispositivos diferenciais permitem a protecção das pessoas relativamente aos contactos directos e indirectos. Detectam as correntes de defeito à terra que eventualmente possam surgir nalgum ponto da instalação eléctrica, assegurando a abertura do circuito.

 

Princípio da protecção diferencial

Um dispositivo diferencial é composto por um transformador toroidal, composto por dois enrolamentos de potência iguais (se for monofásico), por onde circulam as correntes da fase e do neutro, respectivamente, e um enrolamento secundário para alimentação de um relé.
  1. contactos de potência
  2. Encravamento mecânico
  3. Botão de rearme
  4. Toroide magnético
  5. Bobinas (enrolamento) de potência
  6. Bobina de detecção
  7. Relé de detecção
  8. Botão e resistência de teste
Enquanto as correntes da fase e do neutro forem iguais, os campos magnéticos por elas criado também é igual, mas de sentido contrário, anulando-se, não induzindo qualquer corrente no enrolamento secundário. Se houver um defeito IF, as correntes da fase e do neutro têm valores diferentes, dando origem a um campo magnético não nulo, que induz uma corrente no enrolamento secundário, provocando o accionamento do relé de detecção e, consequentemente, a abertura o circuito.

Tipos de dispositivos com protecção diferencial

Interruptor diferencial assegura exclusivamente a protecção contra correntes de defeito.

A - Função interruptor

B - Função diferencial

Disjuntor diferencial assegura cumulativamente a protecção contra correntes de defeito com a protecção contra curto-circuito e sobrecarga.

A - Função disjuntor térmico e magnético

B - Função diferencial

 

Protecção contra curto-circuito e sobrecarga


Função dos dispositivos de protecção contra curto-circuito e sobrecarga

Os dispositivos de protecção contra curto-circuito e sobrecarga permitem a protecção das instalações eléctricas. Detectam a ocorrência de curto-circuito ou sobrecarga que eventualmente possa surgir nalgum ponto da instalação eléctrica, assegurando a abertura automática do circuito.

Tipos e princípio de funcionamento dos dispositivos de protecção contra curto-circuito e sobrecarga

 

Corta-circuito fusível

Os fusíveis são constituídos por um fio calibrado, que se fundirá quando se ultrapassa um valor determinado da intensidade da corrente eléctrica (intensidade nominal ou calibre - IN). Esta situação ocorre quando se dá um curto-circuito ou sobrecarga, interrompendo desta forma a alimentação do circuito, protegendo-o.

A partir de IN, quanto maior for a corrente, mais rapidamente se funde o fusível.

Fusível

Seccionador Fusível

 

 

Disjuntor magneto-térmico

Os dijuntores são constituídos por dois relés, um térmico e outro magnético, que provocam a abertura do circuito quando se ultrapassa o valor da intensidade da corrente correspondente ao respectivo calibre.

 

 

Artigo criado por Malha Atlântica
 

Operador ibérico de electricidade no Verão

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Portugal e Espanha passarão a ter um só mercado de electicidade a partir do Verão. As primeiras transacções de energia eléctrica no âmbito do OMI - o Operador do Mercado Ibérico - deverão ter lugar em Junho ou Julho, de acordo com fonte do Governo.

A data de arranque do mercado único de electricidade deverá ser ratificada na cimeira de hoje entre os responsáveis pelas pastas da Economia dos dois países e concluirá, finalmente, o projecto de integração quer dos mercados quer das entidades reguladoras dos dois países.

Com o OMI, será possível comprar e vender energia eléctrica livremente no espaço da Península Ibérica. Este mercado resultará da fusão do OMIP e do OMEL, os dois pólos já existentes em Portugal e em Espanha, cada um com a sua própria valência. Sabe-se que as duas proprietárias da infra-estrutura de transporte de electricidade em Portugal (REN) e Espanha (REE) serão accionistas minoritárias do novo mercado, que será presidido por um português, no arranque. Três anos depois, será um espanhol a assumir a pasta.

A possibilidade de fazer da Península Ibérica um dos principais centros de abastecimento de gás à Europa ganhou nova força depois de a Rússia ter cortado pela segunda vez o abastecimento via Ucrânia, deixando duas dezenas de países sem fornecimento em plena vaga de frio.

Mas, da cimeira de hoje, não deverá sair qualquer proposta concreta à União Europeia, que tem acarinhado o projecto. Ontem, só estava previsto fazer o ponto da situação da ligação por "pipe line" entre Zamora e Viseu.

O gás natural consumido em Portugal tem origem em dois países africanos, a Argélia e a Nigéria. E Espanha tem vários projectos de reforço da capacidade de interligação a França, pelos Pirinéus.

 

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1075292

 

Atribuição de incentivos à compra de painéis solares "é uma fraude"

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Para conhecimento - in "Jornal PÚBLICO 24/03/2009":

 

Vejam só onde isto está a chegar...a confusão está a ficar instalada...

 

O autor da política energética do actual Governo, Oliveira Fernandes, classificou hoje como "uma fraude" a atribuição de incentivos à compra de painéis solares fotovoltaicos como sendo produtores de energia solar.

"Estar a utilizar as verbas que foram anunciadas para a energia solar como incentivos para a compra de painéis fotovoltaicos é uma fraude", disse à agência Lusa Oliveira Fernandes, professor da Faculdade de Engenharia do Porto e presidente da Agência de Energia do Porto.

Oliveira Fernandes acusou a empresa Energie, cuja fábrica na Póvoa de Varzim foi visitada quinta-feira pelo primeiro-ministro, José Sócrates, de estar a fazer "publicidade enganosa", ao referir no seu site que os painéis solares fotovoltaicos têm rendimento superior aos colectores solares.

"O site diz que o sistema deles funciona com sol, céu nublado, chuva e à noite. Vê-se logo que não é solar. É por isso que tenho vergonha deste país", afirmou Oliveira Fernandes, criticando José Sócrates e o ministro da Economia, Manuel Pinho, por se terem associado ao "embuste" da Energie, ao apelarem aos portugueses para que comprem os seus painéis.

"O lapso político do senhor primeiro-ministro e do senhor ministro da Economia acontece manifestamente por falta de competência técnica no Governo, por falta de assessoria, aconselhamento", afirmou o ex-secretário de Estado da Energia.

Na opinião do professor universitário, a Energie "é uma fábrica de bombas de calor", dado que os painéis que produz "até podem captar calor da água ou do solo".

Oliveira Fernandes salientou que o coeficiente de performance (COF) dos painéis da Energie "deverá andar à volta de dois, o que é um valor ridículo".

O especialista explicou que a bomba dos painéis fotovoltaicos necessita de electricidade para funcionar, produzindo em média apenas o dobro da energia que consome.

"Muitos dos colectores solares também precisam de uma bombinha. Mas, em média, a energia que captam do Sol é 50 vezes superior à que consomem. A relação é de dois para 50. Não estamos a falar do mesmo campeonato", frisou.

Oliveira Fernandes realçou que, dadas as características climatéricas do país, "são os colectores solares que interessam a Portugal", e não os painéis fotovoltaicos, mais adequados a países frios do Norte e centro da Europa.

Em comunicado distribuído hoje, a Energie garante que os seus painéis solares "estão certificados pela SolarKeymark, a primeira marca de qualidade reconhecida internacionalmente para os produtos solares térmicos, e DINGetpruft, atestadas pelo organismo alemão mundialmente conhecido Dincertco".

"Estas certificações atestam o produto da Energie como sistema solar térmico", realça a empresa, anexando cópia de um dos certificados.

Oliveira Fernandes argumentou que o certificado atribuído à Energie "não é nada do que estão a comercializar", mas fonte da empresa garantiu à Lusa que "os painéis que a Energie vai vender com base no protocolo assinado com o Governo são certificados como sistema solar térmico".

O primeiro-ministro apelou segunda-feira à compra de painéis solares pelos portugueses, no âmbito do programa do Governo de incentivo ao uso de energias renováveis, destacando o impacto positivo que terá na economia a vários níveis.

"Se [os portugueses] querem dar um bom contributo para, em primeiro lugar, reduzirem a sua factura energética e gastarem menos dinheiro com o aquecimento da água, se querem dar um contributo para o seu país, para haver mais emprego e mais dinamismo económico, por favor instalem painéis solares nas suas casas, aproveitem este programa do Governo", afirmou José Sócrates durante uma visita à empresa produtora de painéis solares termodinâmicos Energie, na Póvoa de Varzim.

 

 

 

 

Aipor considera que se podem criar dificuldadesA Associação dos Instaladores de Portugal (Aipor) defendeu esta quarta-feira que o Governo legisle de forma clara sobre a energia solar térmica e o acesso aos benefícios à sua adopção, refere a Lusa.

«O executivo deve legislar e regulamentar com clareza esses dois campos, sob pena de se criar um ruído de fundo que dificulta o essencial: maior e mais rápida implementação das chamadas energias alternativas», refere a Aipor, em comunicado.

A Aipor alerta que «a rápida implementação, pretendida pelo Governo, das chamadas energias alternativas, como os painéis solares térmicos, pode estar em causa», caso não seja criada legislação clarificadora.

A associação considera que factos recentes, como o alegado incentivo à compra de bombas de calor como produtores de energia solar, «revelam a existência de lacunas em duas áreas essenciais: o processamento desse acesso pelas empresas interessadas e a caracterização técnica do que se entende por energia solar térmica».

«A Aipor não deixa, contudo, de louvar o anterior esforço do Governo no sentido de esclarecer as regras de acesso ao programa de aquisição e instalação de painéis solares térmicos por empresas devidamente habilitadas», lê-se no comunicado.

Governo apela à compra de painéis solares

O primeiro-ministro apelou segunda-feira à compra de painéis solares pelos portugueses, no âmbito do programa do Governo de incentivo ao uso de energias renováveis, destacando o impacto positivo que terá na economia a vários níveis.

O programa de incentivo à aquisição de painéis solares prevê a comparticipação, pelo Governo, de 50 por cento do investimento.

«Se o fizerem, estão a dar um estímulo para transformar Portugal num país melhor, estarão a dar mais oportunidade de emprego a compatriotas e estarão a dar mais oportunidades às empresas portuguesas, como a Energie, e mais oportunidades de emprego e de actividade às micro-empresas a quem é subcontratada a instalação dos painéis solares», afirmou Sócrates.

Este apelo motivou críticas do autor da política energética do actual Governo, Oliveira Fernandes, que classificou como «uma fraude» a atribuição de incentivos à compra de painéis solares térmicos como sendo produtores de energia solar.

Energie está a fazer «publicidade enganosa»

«Estar a utilizar as verbas que foram anunciadas para a energia solar como incentivos para a compra de painéis térmicos é uma fraude», disse à agência Lusa Oliveira Fernandes, professor da Faculdade de Engenharia do Porto e presidente da Agência de Energia do Porto.

Oliveira Fernandes acusou a Energie de estar a fazer «publicidade enganosa», ao referir no seu site que os painéis solares térmicos têm rendimento superior aos colectores solares.

«O site diz que o sistema deles funciona com sol, céu nublado, chuva e à noite. Vê-se logo que não é solar. É por isso que tenho vergonha deste país», afirmou Oliveira Fernandes, criticando José Sócrates e o ministro da Economia, Manuel Pinho, por se terem associado ao «embuste» da Energie, ao apelarem aos portugueses para que comprem os seus painéis.

Em comunicado distribuído terça-feira, a Energie garante que os seus painéis solares «estão certificados pela SolarKeymark, a primeira marca de qualidade reconhecida internacionalmente para os produtos solares térmicos, e DINGetpruft, atestadas pelo organismo alemão mundialmente conhecido Dincertco».

 

 

Actualizado em ( Quinta, 21 Maio 2009 02:15 )
 

O maior pastel de Tentúgal de sempre

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O maior pastel de Tentúgal de sempre, com seis metros, vai ser confeccionado dia 25 de Maio nesta vila do concelho de Montemor-o-Velho, no âmbito da VII Feira da Doçaria Conventual.

A presidente da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal, Olga Cavaleiro, disse hoje à agência Lusa que o pastel gigante vai ser produzido pelos pasteleiros que se encontram envolvidos no processo de qualificação desta iguaria.

O pastel vai ser montado numa estrutura instalada na Capela de Nossa Senhora das Dores, junto do recinto da feira, e depois cozido no exterior, sobre uma fonte de calor.

Os visitantes da feira, que começa dia 24, vão poder assistir ao processo de montagem da massa e recheio da guloseima e esclarecer com os pasteleiros os processos envolvidos nesta receita conventual com mais de 400 anos.

No final, são convidados a saborear, gratuitamente, um pedaço do pastel gigante.

«Trabalhar um doce com tal comprimento é um desafio, já que a delicadeza e a fragilidade da massa obrigam a alguns cuidados», realça Olga Cavaleiro.

A presidente da Confraria espera um sucesso idêntico ao do ano passado, em que foi confeicionado (e degustado) um pastel com quatro metros.
 
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